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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Prezados leitores do Economia Clara,

perdoem o sumiço repentino! Nos últimos meses fui obrigada a entrar em uma caverna, nas palavras do meu orientador, e terminar de vez a dissertação.

A boa notícia é que, desde dezembro, sou Mestre em Economia pela Unicamp! Conhecimento nunca é suficiente, mas já me sinto mais capacitada nessa missão de traduzir o economês.

Agradeço a todos que continuaram a acessar o blog, cobraram o retorno, enviaram broncas e palavras de estímulo por e-mail… Eu pretendo voltar, mas quero fazer algo diferente. Dou notícias por aqui! Aguardem…

Abraço,

Luciana Seabra.

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Estimados leitores do blog, estou em grande falta com vocês! Faz mais de uma semana que não escrevo no blog… O motivo do meu sumiço está, com orgulho, no Valor Econômico de hoje. A matéria da página F4 do especial Pequenas e Médias Empresas é minha! Ela trata do conceito de inovar, que é muito mais abrangente do que o de inventar, e mostra como as micro e pequenas podem introduzir mudanças com pouco custo e muito retorno.

Enfim, voltei a trabalhar, continuo escrevendo a dissertação, e o blog nessa história toda foi o mais prejudicado. Mas já estou me organizando para voltar a escrever, certo?

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O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira a tão esperada reforma no sistema financeiro do país. O projeto de lei ainda precisa ser sancionado pelo presidente Barack Obama.

A lei entrega para dez agências reguladoras a missão de definir as novas regras. Começa então, uma dura partida, entre as agências e os bancos, que vão tentar impedir normas muito rígidas.

A expectativa é que grandes bancos tenham que mudar em muito a rotina, desde as regras para cartões de débito e crédito até a negociação de derivativos (que explicamos aqui).

A lei também determina a criação de um conselho para monitorar o surgimento de riscos econômicos, anunciando a possibilidade de uma crise, por exemplo.

Uma das principais críticas é a falta de propostas para o crédito imobiliário e o destino das agências Fannie Mae e Freddie Mac, no centro da crise internacional.

Com as novas regras, o governo espera restaurar a confiança no mercado financeiro e na economia do país e evitar novas crises. Há quem tema, entretanto, que os limites ao crédito e à expansão bancária coloquem um freio na economia.

Vimos aqui como as inovações no mercado financeiro e a crise afetaram a vida dos moradores dos Estados Unidos. Vale a pena rever!

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Economia Clara concorre na categoria Economia ao prêmio Top Blog 2010! É feita uma votação acadêmica e uma popular, da qual você pode participar. Se acompanha e gosta do blog, não deixe de votar! É só clicar no quadradinho do lado direito da tela. Obrigada!!!

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Volto em maio!

Olá, pessoal!

Quem acompanha o blog já percebeu que o volume de posts tornou-se inconstante nas últimas semanas… Peço desculpas aos leitores fiéis, mas vou precisar me afastar por um tempinho. Pretendo retornar em maio com mais textos. Enquanto isso, aproveitem o conteúdo que já está pronto!

Abraço,

Luciana Seabra.

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira o IPCA-15, uma versão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, que já explicamos aqui. A variação de preço dos produtos analisados em março foi de 0,55%.

Para calcular o IPCA-15, são considerados aqueles mesmos hábitos de consumo do chamado IPCA fechado, de famílias com renda mensal entre 1 e 40 salários mínimos. Entram nas contas todos os tipos de gastos, como alimentação, habitação, saúde e educação.

A diferença do IPCA-15 é o período de análise, que só leva em conta os primeiros quinze dias do mês. O índice, uma espécie de prévia do IPCA, foi inferior ao de fevereiro.

Já vimos aqui também um dos motivos para que o índice seja acompanhado tão de perto: sua importância para o sistema de metas de inflação. O IPCA é referência para que o governo saiba se está ou não cumprindo a meta de inflação.

Para 2010, a meta para a inflação é de 4,5%. Há um intervalo de tolerância, de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. A inflação medida pelo IPCA, portanto, pode ficar entre 2,5% e 6,5%.

Nos primeiros três meses do ano, a inflação brasileira ficou 0,5 ponto percentual acima do centro da meta, ou seja dos 4,5%. Esse tem sido o motivo para que se preveja um aumento próximo da Selic, provavelmente em abril.

Em entrevista ao programa Conta Corrente, da Globo News, o professor de Economia da Unicamp Ricardo Carneiro defendeu que a elevação da taxa básica de juros é prematura.

Segundo o pesquisador, é preciso olhar o processo inflacionário recente sem perder de vista os efeitos da crise econômica no ano passado. A falta de crédito teria prejudicado a oferta, sem afetar muito a demanda. Isso causaria uma pressão, que, para Carneiro, pode ser vista como temporária, não justificando o aumento da Selic neste momento.

Clique aqui, veja um trecho da entrevista e aproveite para testar se entendeu bem os conceitos.

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Queridos leitores,

o Economia Clara completa neste mês um ano de vida! Já que este é um blog de economia, vou copiar o jargão do comércio: no nosso aniversário, quem ganha é você! Atendi à sugestão de vocês e criei um índice com os termos já explicados aqui. Para encontrá-los, é só clicar na aba do topo da página. É a seção O quê? Por quê?, que será sempre atualizada a partir de agora.

Aproveito para pedir a compreensão de vocês, porque estou bastante atribulada com a produção da minha dissertação de mestrado, e também para agradecer pelos comentários e palavras de incentivo! É este retorno que me faz ter tanto prazer no desafio de traduzir a Economia!

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O professor da Unicamp Fernando Nogueira da Costa lançou há um mês seu blog de Economia. É louvável a preocupação do pesquisador em democratizar os debates, que muitos mantêm fechados na academia.

Doutor em economia, Fernando oferece conselhos para quem quer comprar uma casa ou apartamento, por exemplo, com a experiência de quem atuou na Caixa Econômica Federal e na Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Recomendo, por exemplo, o artigo Comprar imóvel à vista ou a prazo? , em que o professor recomenda alugar um imóvel até que se tenha dinheiro para comprar um, em vez de fazer dívida para alcançar o sonho da casa própria.

No blog tem de tudo, até piadas de economistas e dicas de filmes. O pesquisador sugere, por exemplo, filmes que mostram o clima da era moderna ou da Idade Média.

Para o futuro, Fernando projeta tratar até de música no blog. Clique aqui e faça uma visita!

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Banco Central, o emprestador de última instânciaAtualmente, pouquíssimas pessoas mantêm muito dinheiro no bolso. Elas têm contas correntes em que fazem depósitos. Quando precisam de dinheiro, fazem saques ou recorrem a um empréstimo.

E como ficam os bancos? É claro que eles não mantêm o dinheiro que você deposita guardado, mas fazem empréstimos com ele. Se você e muitos outros resolverem sacar recursos de seu banco hoje, ele pode fechar o dia no negativo.

É por isso que os bancos também têm seu banco, o Banco Central, onde cada um mantém uma conta de reservas. Como você, eles depositam os excessos em dia de saldo positivo e pegam dinheiro emprestado quando ele é negativo.

Por meio do chamado mercado interbancário, os bancos emprestam dinheiro uns aos outros. Obviamente, eles cobram e pagam juros por isso.

Pode ocorrer, entretanto, que grande quantidade de bancos tenha saldo negativo no mesmo dia. Os saques podem ocorrer simplesmente porque é fim de ano e começo das férias ou pelo medo causado por uma crise internacional, por exemplo.

Com a demanda excessiva por recursos, os juros do mercado entre bancos poderiam subir demais. Ao pagarem mais por recursos, os bancos também cobrariam mais por eles. Os juros altos chegariam ao seu bolso. Para evitar essas oscilações, o Banco Central pode entrar com uma oferta extra de reservas.

A atuação do Banco Central, ofertando mais ou menos recursos, vai permitir que a taxa cobrada no interbancário suba mais ou menos, ou até caia. À média das taxas das operações de um dia é dado o nome de taxa Selic, da qual você já deve ter ouvido falar.

Os juros que você paga, quando o dinheiro chega às suas mãos, são muito afetados por toda essa dinâmica. O Bacen pode manejar esse tipo de política de forma a controlar a disponibilidade de dinheiro na economia. Ele faz isso por meio de metas para a Selic, política monetária sobre a qual sempre falamos por aqui.

Uma excelente fonte para compreender essa dinâmica é o livro Economia Monetária e Financeira, de Fernando Cardim de Carvalho e outros autores.

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Estou com o tempo contado hoje, mas fica aí uma reflexão sobre o absurdo da desigualdade social. A charge, de Benett, é baseada na pirâmide do sistema capitalista, segundo o próprio autor. A fonte é este blog aqui.

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